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Sou casado, pai, cristão, membro e Presbítero da IPB de Cambui, no sul de Minas Gerais. Formado em Pedagogia pela Universidade do Vale do Sapucaí - UNIVÁS, em Pouso Alegre, Pós-Graduado em Psicopedagogia Institucional pela Faculdade de Administração e Informática - FAI, em Santa Rita do Sapucaí, e Especializado em Políticas Públicas pela UFSC, em Florianópolis.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Mentiras e lágrimas...


Recentemente o título de um livro me chamou a atenção nas mãos de uma amiga: “Por que os homens mentem e as mulheres choram?”. Emprestei, li, pesquisei, marquei alguns pontos, e posso dizer que a intenção dos autores, Allan & Barbara Pease, é que este fosse um guia para ajudar a tornar a convivência entre homens e mulheres mais prazerosa, um livro de auto-ajuda que pudesse minimizar o sofrimento, a angústia e a confusão da vida moderna, a partir de melhor relacionamento com o sexo oposto. Escolhi então para nosso “papo” semanal a questão dos problemas no relacionamento entre homens e mulheres, as dificuldades, situações que podem fazer com que você olhe para o seu cônjuge, seu par, ou mesmo seu amigo ou amiga com outros olhos.
Homens e mulheres, desde os primórdios, buscam compreender melhor o sexo oposto, às vezes utilizam isso para o bem, mas muitas vezes, apenas para o próprio bem. O título deste livro chega a sugerir que os homens são “todos” uns cafajestes e as mulheres são “todas” pobres coitadas, usadas... mas não é bem assim..., vamos observar melhor alguns aspectos:
- Somos espécimes iguais, porém em mundos diferentes: somos seres com diferenças enormes na maneira de pensar e agir. O homem é mais prático no jeito de pensar, a mulher mais detalhista. O homem mais objetivo na hora de focar um ponto de vista, a mulher mais abrangente, focaliza muitos pontos ao mesmo tempo;
- Somos todos sensíveis: este mito de que o homem é insensível e a mulher é sensível não pode ser generalizado não. Claro que não contesto a sensibilidade a flor da pele do sexo feminino, mas os homens à sua maneira também são sensíveis, basta que sejam tocados quanto aquilo que se deseja a atenção ou carinho por parte dele;
- É preciso aceitar as diferenças entre nós: aceitar as diferenças é algo primordial para que possamos ter e viver relacionamentos melhores. Não devemos tentar forçadamente mudar o outro para que seja do jeito que eu quero. Em toda relação é necessária paciência, ceder um pouco e aceitar o outro como ele é;
- Entender o outro melhor faz com que eu entenda melhor a mim mesmo: a aceitação das diferenças, e a compreensão do sexo oposto sem dúvida nenhuma fazem com que eu me aceite melhor e entenda as situações que vivemos dentro de nossos relacionamentos.
Agora, analisando em relação às mentiras, traições, violência, falta de respeito, isso não é uma exclusividade do sexo masculino. A mulher no mundo moderno vem perdendo algo de santo, algo de imaculado que possuía e na ânsia de buscar a igualdade com o homem, vem cometendo os mesmos erros que aponta nele.
A resposta não tem nada a ver diretamente com “sexismo”, mas com a decadência moral da sociedade. Compromisso, palavra, honra são termos que a cada dia mais caem em desuso. É preciso voltar à essência, e lembrar do Mestre dos Mestres, Jesus: “Amar a Deus sobre todas as coisas, amar ao próximo como a si mesmo...” Quando fazemos algo de mal para o nosso par, cônjuge, namorada(o), amiga(o), estamos deixando de amar e respeitar a nós mesmos. 
Meu desejo é que daqui em diante, você, homem ou mulher, pense mais, respeite mais o sexo oposto e assim respeite mais a si próprio. A gente se fala...

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