Quem sou eu

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Sou casado, pai, cristão, membro e Presbítero da IPB de Cambui, no sul de Minas Gerais. Formado em Pedagogia pela Universidade do Vale do Sapucaí - UNIVÁS, em Pouso Alegre, Pós-Graduado em Psicopedagogia Institucional pela Faculdade de Administração e Informática - FAI, em Santa Rita do Sapucaí, e Especializado em Políticas Públicas pela UFSC, em Florianópolis.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A felicidade na escolha...

                Recentemente li o livro 'A vida é feita de escolhas', de Dalcides Biscalquin, de leitura muito agradável, que apresenta de modo cativante e emocionante a questão das escolhas e decisões, e como cada leitor pode fazer uma reflexão sobre sua vida e estas decisões que temos que fazer todos os dias, seja na vida pessoal, profissional e até mesmo na sentimental. Porque a partir destas percorremos um determinado caminho, e isso nos leva a importância de se encarar de frente a realidade de nossas vidas.
               Devo dizer que meu lado cristão ainda fica muito questionador quanto a questão das escolhas, pois se por um lado Deus nos fez, nos constituiu, seres com uma dádiva que é o livre arbítrio, ou seja, não nos fez um 'monte de robozinhos' que só fazem o que Ele manda ou quer, por outro lado o compromisso de fé e a responsabilidade cristã me impõem uma série de comportamentos e situações que caracterizam esta escolha feita um dia, não por mim, mas por Ele, nosso Deus e Pai, de entregar Seu filho único, Jesus Cristo, naquela cruz, para sofrer e morrer de maneira ímpar, como prova de amor, para me salvar, para nos salvar.
               Basta um pequeno esforço de pensamento para que eu ou você nos lembremos de coisas que gostaríamos de fazer, ou comprar, ou comer, ou beber, que nos proporcionariam certo grau de satisfação e prazer, porém não as fazemos porque sabemos que esta escolha ou decisão, por mais que nos proporcione esta satisfação acima citada, certamente nos levaria a quebrar nossa comunhão com Deus e com os irmãos..
               Nossa natureza humana, falha, continuamente nos impele a fazer escolhas erradas e tomar decisões, e pensar somente depois nas consequências das mesmas, decisões estas que nos afastam do Pai, porém ainda assim temos a esperança depositada na pessoa de Jesus Cristo, que nos justifica junto a Deus, para que sejamos perdoados, e tenhamos uma nova chance de realizar escolhas mais felizes e mais maduras todos os dias.
               Dito isto, a pergunta que me vem a cabeça ao escrever este texto para nosso blog é: 'como fazer para acertar nas escolhas e também estarmos felizes?' E a resposta está em pensar primeiro, sem precipitação, e decidir depois. Fazer escolhas sem buscar uma orientação, seja de uma pessoa mais velha, de um amigo, de um irmão, ou principalmente, sem orar e buscar orientação do Pai Eterno, é um caminho que com certeza tem tudo para dar errado.
               E quando fizermos uma escolha errada, que além de não nos trazer felicidade, ainda nos fizer cair diante de Deus e dos homens, o que fazer? Nesse caso, para reaver a paz ou a comunhão com Deus, perdida por conta de uma escolha errada, não existe milagre ou receita de bolo que faça com que as consequências das nossas decisões equivocadas desapareçam como um passe de mágica. Permanecer na tristeza de uma escolha ruim e fugir da realidade é a primeira coisa que não devemos fazer. A pessoa que deseja se concertar com Deus, ou até mesmo com o próximo ofendido, um irmão muitas vezes, deve mostrar arrependimento, de coração, e pedir perdão a Deus e ao ofendido. Agindo assim, ele superará mais esta experiência, negativa, em sua vida.
              Na próxima oportunidade em que tivermos que tomar uma decisão, fazer ou não algo, ir ou não aquele local, façamos isso através da ótica de Cristo, ou seja, em meu lugar, o que faria Jesus? Iria? Faria? Compraria? Sim ou não? E que sejamos sábios nas nossas escolhas. A gente se fala...

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Homenagem à Abelha Rainha do Pop...

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           Na verdade mais do que uma homenagem à Banda Kid Abelha e a Paula Toller, através dos nomes de grandes sucessos em seus 30 anos de carreira, este texto também é uma viagem por lembranças do passado não tão distante. Sim, meu passado, nosso passado, afinal o amor é um sentimento pra ser vivido, ainda que soframos por ele...
            ...Toda vez que tento estar NO SEU LUGAR, ver as coisas do seu modo, as lembranças me levam pra longe.
            Você pode achar que não é forte NADA TANTO ASSIM, mas minha EDUCAÇÃO SENTIMENTAL, volume I ou volume II, não me preparou para lidar com a saudade ou com a ausência da sua presença...
            Muitas vezes eu disse que iria embora, que não queria mais, mas não era verdade... Muitas vezes no amor, DIZER NÃO É DIZER SIM. Tantas vezes eu te entreguei TODO MEU OURO, PORQUE EU NÃO DESISTO DE VOCÊ, aliás nunca desisti.
          AMANHÃ É 23, e isso me lembra que em NOVENTA E DOIS ainda éramos duas crianças, como GAROTOS, não sabíamos até onde o amor nos levaria...
          Pra mim você nunca foi, nem nunca será, apenas um CASO DE VERÃO. Ah se soubesses COMO EU QUERO estar perto de ti... Meus amigos achavam que eu tinha apenas FIXAÇÃO em você, mas eu só sei que NADA SEI quando estamos juntos...
          Já tentei te esquecer... Conheci Ana, Juliana, Elaine, ALICE, mas como se fosse uma PINTURA ÍNTIMA, eu me apego às lembranças, e te desejo hoje mais do que ontem...
         Outro dia mesmo EU TIVE UM SONHO, em que a gente fazia uma viagem, somente eu e você, hospedávamos num GRAND' HOTEL, lindo, maravilhoso, e eu fingia ser SEU ESPIÃO, isso mesmo, e aí eu espionava você em meio ao público, sua beleza, seu andar, seu jeito... E me orgulho de ter a sua companhia... 
        Sabe, eu não tenho dúvidas em dizer que TE AMO PRA SEMPRE. E ponto final... A gente se fala.
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

A história de um homem e sua latinha de óleo



Conta-se a história de um homem que levava sempre consigo uma latinha de óleo, e, se passava por uma porta que rangia, punha um pouco de óleo nas suas dobradiças. Se um portão estava difícil de abrir, punha óleo nas dobradiças.
Assim passava ele pela vida, lubrificando todos os pontos difíceis e suavizando-os para os que vinham atrás dele. O povo chamava-o de esquisito, excêntrico e amalucado, mas o velho prosseguia firmemente abastecendo a lata de óleo quando se esvaziava e lubrificando as coisas emperradas que encontrava.
Há muitas vidas que rangem e ficam perras, duras no viver de cada dia. Nada vai bem com elas. Precisam de um pouco de óleo da alegria, da delicadeza, da consideração.
Você tem uma lata de óleo consigo? Então esteja pronto com seu óleo do auxílio logo de manhã, para utilizá-lo com a pessoa que estiver mais perto. Aquele pouco de óleo poderá ser útil para lubrificar todo o seu dia.
O óleo do bom ânimo para o que está desanimado – quanto poderá significar! A palavra de coragem ao que está sem esperança. Fale-a. Nossas vidas tocam algumas vidas apenas uma vez nesta caminhada e depois os caminhos se separam para nunca mais se encontrarem.
O óleo da benignidade, ou seja, da suavidade, da brandura, já abrandou as bordas agudas e cortantes de muitas vidas endurecidas pelo pecado, deixando-as suaves, maleáveis; prontas para a graça sedutora do Salvador.
Uma palavra dita de modo agradável é como uma grande réstia de sol num coração triste. “Dê aos outros o sol; conte o resto a Jesus.” Sede afeiçoados ternamente uns aos outros. Romanos 12:10, O fruto do Espírito é benignidade. Efésios 5:18.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A Vida Passou Rápido Demais...


              Ainda que tenhamos consciência de como a vida passa rápido, não somente pelo que ouvimos, mas pelo que vamos constatando na somatória de nossos dias, meses, anos, é interessante atentar como esta conclusão nos atinge quando a dinâmica da vida nos revela que estamos envelhecendo.
       Por mais que estejamos atentos ao ciclo da vida, vendo pessoas que conhecemos crianças, se formando, se casando, tendo filhos, mais cedo ou mais tarde nos assustamos. Nosso corpo, nossa mente, nossas emoções, tudo chega de uma só vez para dizermos que a potencialidade da vida está diminuindo... se esvaindo... se esgotando. E uma sensação de inquietude toma conta de nós enquanto concluímos que a vida parece ter passado rápido demais.
          E concluir isso significa também ter que concluir muitas outras verdades, que talvez não tenhamos feito o que deveríamos ter feito ou que perdemos tempo investindo em coisas ou situações que agora parecem completamente fora de foco ou importância. Também nos perturba incrivelmente pensar que “já não há caminhos para voltar” ou pelo menos, tentar voltar.

          A dimensão do que deixamos para um depois que não vimos chegar, cresce de forma assombrosamente assustadora e nos perguntamos o que ainda podemos resgatar? E todo este processo culmina com a pergunta dilacerante: minha vida valeu a pena? Terá realmente significado, feito a diferença, ter vivido como vivi e com quem partilhei minha existência?
          Tentar encontrar respostas que acalmem o coração de todos aqueles e aquelas que estão diante desta fase do ciclo da vida, é o meu desejo, que embora ainda tenha apenas 40 anos, e até o atual momento da maturidade tenha convivido com muitas pessoas e situações, amado a Deus e a todos com quem convivi, até mesmo meus adversários, aprecio estar com pessoas que se encontram no entardecer da existência. Que esse desejo possa vir de encontro às nossas necessidades, aliviando assim o “Fardo do Envelhecimento”. A gente se fala...

terça-feira, 15 de maio de 2012

Sustentabilidade, pense nisso...


Estamos em pleno outono, porém com dias de quase inverno, mesclados com dias de quase verão, com a natureza e o clima cada vez mais alterados pelas mudanças causadas pelas péssimas escolhas do ser humano. E ainda assim, o assunto em voga com reuniões de governantes, cientistas, e curiosos ultimamente é a questão da sustentabilidade.

Mas o conceito de sustentabilidade ainda não é uma coisa clara para todos. Nós podemos definir sustentabilidade como sobrevivência, ou melhor, a perenidade dos empreendimentos humanos e de nosso planeta. O desenvolvimento sustentável implica em planejamento e execução de ações, por parte de governos e empresas, sejam estas locais, regionais, nacionais ou a nível mundial. Ou seja, se somarmos o mercado globalizado com a sociedade moderna e mais os recursos ambientais bem protegidos e cuidados temos uma boa governança.
E novamente pergunto, o que isso tem a ver conosco? Tem uma relação importante sim, porque viveremos durante os próximos meses um período de escolha de nomes que administrarão nossas cidades e que nos representarão no legislativo nos próximos anos, e é preciso saber, conhecer um pouco mais de nossos candidatos, suas propostas, suas idéias quanto aos principais temas como emprego, saúde, educação, agricultura, mas também na questão da sustentabilidade, para escolher aquele em quem votar de maneira consciente.
É necessário que nosso candidato tenha uma idéia muito clara quanto à questão da sustentabilidade, e que em seu plano de governo, no caso dos candidatos a Prefeito, e em suas propostas de atuação, no caso dos candidatos a Vereador, exista algo de concreto.
Nosso planeta vem pedindo socorro há algum tempo. Tsunamis, furacões, chuvas em demasia em uma região e secas e estiagem em outras são provas disso. E o “recomeço” em busca de um mundo melhor, mais “sustentável”, mais equilibrado, começa aqui em nossa cidade, em nosso bairro, em nossas casas. É preciso fazer a nossa parte. E não falo apenas atitudes de “ambientalistas de final de semana”, ou de discurso, mas atitudes conscientes.
A separação do lixo, a famosa “coleta seletiva”, o plantio de arvores por parte de empresas que necessitam de madeira em seu processo produtivo ou que de alguma forma “expelem” algum tipo dejeto após este, a recuperação e proteção de nascentes por parte do governo com apoio da iniciativa privada, o trabalho de conscientização ao lado do homem do campo quanto à questão do uso de agrotóxicos, a proteção das matas ciliares, o diagnóstico das espécies animais e vegetais da região e ações para sua proteção, são medidas necessárias e que nós, população mais governo mais empresários podemos realizar em busca da “sustentabilidade”.
Na hora de avaliar seu candidato, pense nisso... Podemos morar numa cidade que tenha muitas empresas, emprego e renda em crescimento, mas ao mesmo tempo sem planejamento e muitos problemas sociais e nenhum projeto para o meio ambiente, ou em uma cidade próspera, com um crescimento progressivo e planejado, com uma sociedade mais justa, respeitando e protegendo a natureza e o que ela nos dá. A escolha é sua...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Salvar???!!! Será mesmo???!!!

Se pesquisamos no dicionário, a palavra "salvar" (sal-var) encontramos o seguinte significado:

v.t., tirar ou livrar do perigo ou da ruína; pôr a salvo: salvar a vida de um náufrago.

Conservar, guardar, poupar, defender, preservar: salvar uma parte da herança.

Conservar intato: salvar a honra.

Dar a salvação a, livrar da danação eterna: Cristo salvou os homens.

Reservar alguma coisa para uso posterior.

Será???!!! Salvar, ou destruir???!!! Será que estamos salvando de fato???!!!
Construir pontes, relações, relacionamentos, estreitar caminhos, aproximando de tudo e de todos, ou estamos construindo na verdade muros, torres, de uma maneira que a distância aumente ainda mais, fazendo com que a mesma só nos afaste mais e nos impossibilite chegar no consenso, ou no melhor para todos...
É o que eu me pergunto, e deixo a mesma questão para você que nos visita, e que acompanha o Blog Papo Virtual.
Em busca de nossos interesses, ou dos grupos que representamos, estamos 'salvando' ou 'destruindo'???!!! Somos laços, ou nós???
Laços aparentemente são fáceis de se fazer, são delicados, porém eles precisam de um certo costume, habilidade para que o façamos corretamente, representam os relacionamentos, e há que se ter habilidade para manter porque facilmente puxamos as pontas e eles se desfazem... já os nós, são como as quebras de relacionamento, os rompimentos, as desavenças, os atritos, os ataques... fáceis de se fazer, mas muito difícil de se desatar, de se consertar...
Pense nisso...
Bom feriado a todos, Deus abençoe, ótima semana, e vamos refletir um pouco sobre a 'salvação'?? A gente se fala...

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Consumismo...

Esta semana eu escutei uma frase numa roda com os amigos: “...eu não quero ser o homem mais rico do cemitério, por isso no Natal eu compro tudo e faço tudo que tenho vontade...”, e não posso negar que este comentário me levou a pensar em nosso bate papo semanal.
Todos nós temos necessidades, materiais ou não, e temos também desejos, sonhos, alguns de consumo, e não vejo isso como algo ruim ou negativo.
Pelo contrário, quem não sonha, não aspira algo, não está “vivo”. O problema é que vivemos em um tempo onde o consumismo e a volúpia de se comprar, gastar, mostrar poder aquisitivo e ostentar muitas vezes uma falsa realidade, levam as pessoas a uma busca incessante por objetos novos sem que haja necessidade destes em seu dia-a-dia.
A mentalidade de que quanto mais se consome mais garantias temos de que nossa vida vai bem, uma sensação enganosa de prestígio e valorização, é consequência desta época em que as pessoas são avaliadas pelo que possuem e não pelo que são. O consumismo é fortemente induzido nas nossas “caras” quando assistimos um programa de televisão, quando ouvimos nossa rádio preferida ou pegamos uma revista para ler, quando andamos pelos corredores de um shopping ou mesmo pelas ruas de comércio de nossas cidades.
É bom que se diga que eu não sou contra a propaganda e o marketing, longe disso, afinal de contas a propaganda é a alma do negócio. O que me incomoda é que muitas vezes ela induz as pessoas a entrar nesse mundo de aparências e fantasia. Mesmo aquelas com bom poder aquisitivo e que não sacrificam suas vidas para ir às compras, acabam sendo inseridas neste contexto. Quantas pessoas não estão endividadas e com seu nome sujo por conta deste consumismo “selvagem”?
Estamos ainda em janeiro, distantes do próximo Natal, porém várias datas 'comerciais' teremos como dia das mães, dia dos pais, dia das crianças, dia dos namorados, dia disso, dia daquilo... Mas e a essência? Onde está? Onde fica? Para que tenhamos um ano de 2012 com muitas realizações, com muito sucesso é preciso ter o carro último tipo?? Ou o equipamento de informática da moda?? Ou o tênis do "BBB"?? Se nada disso for possível o ano foi magro?? Volto a “tocar na mesma tecla” amigo leitor do Blog Papo Virtual, é preciso voltar à essência, ao primeiro amor, o amor de Deus para conosco...
Meu desejo é que você tenha uma ótima semana, e que mais do que ter, estejamos mais preocupados em ser. Ser bons filhos, bons pais, bons cidadãos, bons profissionais, bons cristãos, e reforçar nosso relacionamento com nosso Deus e Criador. Um ano de 2012 abençoado a todos os leitores de nosso blog. A gente se fala...