Quem sou eu

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Sou casado, pai, cristão, membro e Presbítero da IPB de Cambui, no sul de Minas Gerais. Formado em Pedagogia pela Universidade do Vale do Sapucaí - UNIVÁS, em Pouso Alegre, Pós-Graduado em Psicopedagogia Institucional pela Faculdade de Administração e Informática - FAI, em Santa Rita do Sapucaí, e Especializado em Políticas Públicas pela UFSC, em Florianópolis.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Todo dia é dia de ser criança...

Dia das crianças chegando, a cada ‘clicada’ ou ‘zapeada’ percebo o apelo voraz da mídia com brinquedos e mais brinquedos, e eu me pego aqui meditando como escrever sobre a alegria de ser criança, sendo pai de duas, e o que fazer ou como fazer para que esta alegria infantil perpetue na adolescência e na vida adulta.
Então, simplesmente me deparo com o texto de Josué 1:7-8 que diz: “Tão somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o cuidado de fazer conforme a toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares. Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido”.
Certo, você deve estar pensando, lindo texto, da Bíblia, e daí? Daí, querido leitor do Blog Papo Virtual, que a responsabilidade de termos crianças felizes, e com a vida cercada de boas oportunidades, é dos pais. Sim, é isso mesmo, você leu direito. É sua, é minha, é nossa. Sem empurrar essa responsabilidade nas costas de avós, escola, igreja, ou seja lá o que for. E essa responsabilidade é a de instruir, ensinar, educar, as nossas crianças, no caminho do Senhor.


Antes dos prazeres materiais, dos brinquedos tecnológicos caríssimos, das guloseimas cheias de calorias, das roupas de grife, se você quer mesmo que seu filho ou sua filha tenha uma vida VALORIZADA, faça com que eles tenham a oportunidade, ainda na infância, de conhecer a Deus, de ter um relacionamento com ELE, pois como acabamos de ver no texto do livro de Josué, a pessoa que é ensinada, instruída na palavra de Deus, e dela faz sua regra de fé para a vida, tem mais chances de ter uma vida sem sobressaltos, sem solavancos, com sucesso em tudo que se propuser ser ou fazer.
Isso não significa que a pessoa terá uma vida sem problemas, sem dificuldades, sem batalhas, um mar de rosas... Não, é óbvio que não, mas que mesmo em meio as piores circunstâncias, elas saberão como agir, como proceder, e principalmente, como superar esta fase, buscando na palavra do Senhor a força e a coragem para os desafios.
Feliz dia das crianças, a todas elas, ‘as crescidas’, e as não crescidas, em especial aos leitores de nosso blog. Ótima e abençoada semana, a gente se fala...

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Guerra ou paz, qual você faz?

Pois é, amigos leitores do Blog Papo Virtual. Mais uma vez nos aproximamos da data de 11 de Setembro, e com isso começa aquele festival de cerimônias, lembranças, especiais na TV, documentários ‘mil’, tudo recordando os atentados terroristas ocorridos em 11 de Setembro de 2001 nos Estados Unidos, com a morte de tantas pessoas inocentes, em nome da ‘Jihad’, ou guerra santa, como preferir.
Naqueles dias que se sucederam, muito foi dito que a ira dos povos do Oriente Médio foi atraída por conta de uma falta de habilidade na política externa do Governo BUSH e também na falta de respeito com a soberania de outras nações, ainda que estas estivessem a cometer atos não condizentes ou aceitáveis, principalmente para nós cristãos, em relação aquilo que acreditamos e seguimos.
Doze anos depois, parece que os norte-americanos não compreenderam certas coisas, muito menos aprenderam a lição com seus próprios erros. As vésperas de outro aniversário do 11/09, o mundo vive a expectativa de outro conflito, mais um ataque armado dos americanos, desta vez contra a Síria, calçados com o argumento de que o Governo do Presidente Sírio Bashar Al-assad vem oprimindo, castigando e matando seus opositores locais com atos de covardia, tortura e até mesmo com a utilização de armas químicas.
Confesso que quando o Presidente Barack Obama foi eleito, com todo seu carisma, boa oratória e a questão racial a flor da pele, por ser o primeiro Presidente negro na história dos Estados Unidos, e até mesmo por ter um nome mais próximo daqueles utilizados nas regiões do Oriente Médio, imaginei que finalmente veríamos os americanos mais preocupados com seus problemas internos, respeitando mais os outros países e regiões do planeta que pensam e agem diferentemente deles, e principalmente como maior nação cristã (protestante), respeitando os ensinamentos e a vontade de nosso Deus.
Porém, não foi isso que vimos... A mídia vem mostrando nas últimas semanas e meses que as lições do 11/09 de 2001 parecem ter ficado no passado, distantes, e que os interesses, quaisquer que sejam eles, dos americanos, estão acima de qualquer valor social, humano ou cristão.
Se não bastasse o clima de guerra, com apelos pela negociação e diplomacia por todo o mundo, e também algumas ameaças de outros líderes mundiais, como os da Rússia e China, que também possuem interesses de que NÃO aconteça o tal conflito armado na Síria, os noticiários seguem recheados de denúncias das espionagens praticadas pelo governo americano, em prol de informações privilegiadas que favoreçam suas empresas, e que exponham a segurança de governos e suas cúpulas em vários países e diversas regiões do planeta.
A pergunta que eu faço é a seguinte, caros leitores: até quando os norte-americanos continuarão a brincar de donos do mundo? Até quando eles continuarão acreditando que uma ação armada é mais eficaz do que o diálogo e a diplomacia? Até quando continuarão desrespeitando a soberania de outras nações e violando os tratados do mundo moderno? E PRINCIPALMENTE, ATÉ QUANDO SEGUIRÃO REALIZANDO SUA PRÓPRIA VONTADE E DESEJO, AO INVÉS DE BUSCAR AQUILO QUE DEUS QUER QUE SEJA FEITO OU NÃO?
É fato que todos os grandes impérios que já existiram em nosso mundo, tiveram seus tempos de glória e domínio, mas também sua queda. A queda do domínio norte-americano é algo anunciado pelos estudiosos e analistas, e muitos deles dizem que é uma questão de tempo.
Mas o ponto que eu gostaria de me ater é em relação ao modo como esta nação vem lidando com Deus, que tanto abençoou e fez com que eles prosperassem. O afastamento em relação aos valores cristãos, aos ensinamentos bíblicos, de uma pátria que 'tem' como lema “In GOD we trust”, trouxeram, e podem trazer ainda mais, tristeza, dificuldades, destruição, sofrimento.
É verdade sim que o nosso Deus é um Deus de guerra, que nos lidera na batalha contra o inimigo, como vemos desde o Velho Testamento, mas também é um Deus amoroso, que apascenta as contendas, e que quando viu que seu povo se afastava e virava as costas para seus ensinamentos, cometendo todo tipo de atos e concupiscências, permitiu que este povo ficasse cativo, e que perdesse batalhas, sofresse, para que pudesse cair em si aprendendo a lição devida.
Meu pedido a Deus é para que não haja guerra, para que não aconteça este anunciado conflito armado, até porque seria um conflito tecnológico, com drones e mísseis teleguiados contra forças militares ou mesmo civis inocentes e despreparados, e que na ânsia de responder de alguma forma, com certeza usarão armamentos e táticas inapropriadas, que trarão a morte de mais inocentes.
Senhor Deus, que o diálogo com os líderes daquela nação, a Síria, seja uma possibilidade, e que eles possam se render a argumentos e não a bombardeios, e que apenas a paz seja o motivo para esta situação, e não interesses econômicos ou outros daqueles que se dizem mensageiros da paz. Senhor, abre os olhos dos líderes norte-americanos, na figura do Presidente Barack Obama, para que esta nação possa voltar a se inclinar perante a Sua autoridade, e cumprir a Sua vontade.
Aguardemos os fatos, coloquemos nas mãos de Deus e seja feita a Sua perfeita vontade. A gente se fala...

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Que tipo de filho é você?

Dia dos Pais se aproximando, o apelo da mídia voltado apenas para presentes e comilanças, e eu aqui pensando como abordar a importância desta data de uma maneira menos piegas e mais sensata.
Então me deparo com o texto de Lucas 15.11-32, a conhecidíssima passagem da Bíblia que apresenta a parábola do filho pródigo, e decido abordar o tema do ponto de vista de nossas atitudes e escolhas como filhos, seja do Pai Eterno, ou de nossos pais terrenos.
Amor de pai (e de mãe) é incondicional. Eles nos amam, muito, e pronto. Isso não muda. Porém nós, filhos, muitas vezes agimos de maneira inconveniente, não respeitamos os sentimentos de nossos pais, suas experiências, seus esforços, seu amor, e assumimos certos riscos e certas posturas que com certeza os entristece, em nome da liberdade ou de uma fase de nossas vidas.
Ao relembrar a parábola do filho pródigo, aquela em que o filho mais novo, querendo “curtir a vida adoidado”, solicita ao seu pai, dono de muitas posses, que lhe entregue sua parte da herança ainda em vida, me vem a cabeça a atitude dos dois filhos daquele homem, o mais novo que debandou e o mais velho que ficou, amargo e calado, na casa do pai.
Aquele senhor, possivelmente triste com a falta de sabedoria do filho mais moço, com o desejo deste em partir para terras distantes e aproveitar os deleites dos bens materiais e das coisas vãs, ainda assim não relutou e realizou seu desejo, sua vontade, vendendo parte dos bens e concedendo a parte cabível àquele filho para que ele pudesse partir.
Este filho então, ajunta suas coisas, e parte para este “mundão véio sem porteira”, em busca de fantasias, curtições, e aproveita estes momentos de felicidade momentânea e passageira, até que seu dinheiro acaba, e por se tratar de um tempo difícil e de crise econômica naquelas terras, este vem a passar por grande necessidade e fome.
Enquanto isso, o outro filho, mais velho, continua na labuta diária, trabalhando nas propriedades do pai, cuidando de seus negócios, suando a camisa, e possivelmente ainda amargo porque o irmão estava a curtir a vida por aí com a grana do pai.
Em um dado momento, o filho mais moço, percebe o tamanho da provação e dificuldade que estava passando, tendo que se alimentar inclusive com a ração que era servida aos porcos, isto tudo por conta de suas próprias escolhas. Ele então cai na real, cai em si, e lembra que se não tivesse realizado aquelas péssimas escolhas, ainda poderia estar na casa de seu pai, passando muito bem, pois lá até mesmo os empregados podiam se fartar com pratos deliciosos, e usar boas vestimentas. Então ele decide: É HORA DE VOLTAR E PEDIR PERDÃO A MEU PAI, E VER SE ELE ME DEIXA FICAR NUM CANTINHO, NEM QUE SEJA COMO SE FOSSE UM EMPREGADO.
Os dias se passavam na mesma “rotina” normal para o outro filho, mais velho: acordar, trabalhar, cuidar dos negócios do pai, alimentar-se fartamente nos horários, e outras atividades diárias como qualquer um de nós que leva a vida regrada e organizada.
Então, um belo dia, aquele pai, a olhar para o horizonte, na “porteira” de sua propriedade, avista um jovem distante, bem magro, de cabeça baixa, vindo em sua direção, e como só um pai (ou mãe) pode fazer, reconhece aquele filho mais novo que um dia partiu, e andando o mais rápido possível que sua idade e saúde permitem, vai à direção daquele jovem não tão jovem mais, um adulto, amadurecido físico, mental e emocionalmente pelo sofrimento e cabeçadas dadas. Ele abraça seu filho como se tivesse resgatado-o da morte. Que alegria daquele homem, ver um filho que pensou nunca mais encontrar, ali na sua frente, são e salvo, pedindo seu perdão e que fosse tratado pelo menos como os empregados eram tratados.
Mas o pai, este nem escutou, mandou os empregados saírem correndo e providenciarem roupas, anel, sandália, tudo do bom e do melhor, porque aquele filho que ele pensava estar morto retornou. Uma festa com comida e bebida e música e dança também foi organizada pelo velho homem. Familiares e amigos passaram o dia e a noite a regozijar a volta daquele jovem e a alegria do velho homem.
Eis que no final da tarde, o outro filho, mais velho, retorna do trabalho e ao aproximar de sua casa, ouve música, risos, vê aquela movimentação fora do normal, e segue até a porta e pergunta a um dos empregados o que estava acontecendo. Este responde que aquilo era para comemorar o retorno de seu irmão que havia voltado de outras terras e reconciliado com o pai.
Com certeza a amargura de dias, meses, anos, concentrada naquele filho, afloraram e vieram à tona como lava de vulcão. O pai, sábio, conhecedor do comportamento e do gênio dos filhos, saiu e foi atrás dizendo para que ele entrasse e participasse da festa de retorno do irmão. Mas a amargura a este ponto era intensa, irreversível, e ele se voltou contra o pai acusando-o de nunca ter lhe dado nada, nem um pequeno animal para assar com os amigos, sendo que ele tinha sido responsável e ficado ao lado do pai trabalhando e cuidando das coisas.
E o pai lança uma resposta que deixaria o filho sem palavras... VOCÊ ESTAVA COMIGO SEMPRE E TUDO QUE É MEU É SEU, MAS ERA NECESSÁRIO E JUSTO COMEMORAR A VOLTA DESTE SEU IRMÃO QUE ESTAVA MORTO E REVIVEU, ESTAVA PERDIDO E FOI ACHADO.
A pergunta que fica é a seguinte: que tipo de filho você tem sido? Que tipo de filho eu tenho sido? Aquele que aprende por amor ou pela dor? Aquele que escuta a voz dos mais experientes ou aquele que segue seus instintos? Aquele amargurado pelo que gostaria de ter ou agradecido pelo que possui?
Nesse dia dos pais, mais do que um presente ou um almoço ou jantar especial, dê amor ao seu pai e demonstre gratidão por tudo que ele já fez por você. E falando especificamente em relação ao nosso Pai Eterno, cultive um relacionamento com Aquele que deu a maior prova de amor já vista, enviando seu filho único para morrer por você, por mim, nos possibilitando uma nova chance através da cruz de Cristo.
Feliz dia dos pais a todos os papais leitores deste blog, em especial ao meu pai. Ótima semana, a gente se fala...

terça-feira, 16 de abril de 2013

É constrangedor...

Se você amigo leitor do Blog Papo Virtual fizer uma busca rápida pelo significado da palavra constrangedor, encontrará algumas definições como: algo que nos faz ficar envergonhados, constrangidos, ou, sentimento de incômodo em ter que fazer ou falar algo que você não se sinta bem ou a vontade.
Bom, dito isto, é muito fácil de lembrar situações constrangedoras pelas quais tenha passado na minha vida, ou que tenha visto algum amigo ou ente querido enfrentando. Quem nunca passou por algo semelhante, que atire a primeira pedra...
Andar com a calça rasgada 'nos fundilhos', espirrar e não ter um lenço de papel ou guardanapo para limpar, perguntar notícias de uma pessoa e até mesmo mandar um abraço sendo que a mesma já faleceu, no caso das mulheres chegar numa festa com vestido ou saia e perceber que a meia fina está toda rasgada, e por aí vai... Quantas não são as situações constrangedoras que se perguntasse a você agora não te remeteria a um local ou fato semelhante?
Mas hoje eu não quero me ater a este tipo de constrangimento, mas a outro tipo. Aquele que sentimos quando conhecemos a Deus, passamos a ter um relacionamento com Ele,  e aprendemos o quanto Ele nos ama, nos amou e continuará amando.
A prova deste amor? Simples resposta. Enviou Seu filho único, Jesus Cristo, para se tornar homem, carne e osso, sentir nossas aflições, nossos sofrimentos, enfrentar as dificuldades, conhecer as alegrias, mas principalmente, fazer com que este filho amado, tomasse sobre si as nossas falhas, nossos erros, e morresse na cruz possibilitando nova chance, uma oportunidade para nós seres humanos de "começar de novo...".
Ele nos ama desde antes da nossa concepção, e se importa conosco. Como posso ter certeza disso? Também fácil de responder... Nas piores e maiores dificuldades Ele não nos abandona, nos acolhe. Melhor ilustração disso é o poema Pegadas na areia. 
Quando supomos que Ele não está ao nosso lado, que estamos sozinhos, nos enganamos, pois o Senhor está nos carregando no colo.
Por isso mesmo, o meu, o seu, o nosso constrangimento é fato, em saber que tudo que possamos fazer pra Deus e para o nosso próximo, cumprindo o mandamento de amar a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos, é muito pouco perto do que o Pai Eterno já fez e ainda fará por nós. A salvação é uma dádiva, de graça e pela graça, e nada ligada às obras. Sem dúvida "é constrangedor" e impossível de se mensurar este amor, porém muito bom sentir o seu cuidar. Obrigado Senhor.
A gente se fala...

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Novos tempos, novos dias...

  Confesso que estava com saudades de postar textos e dividir nossas experiências com os amigos leitores de nosso blog. São quatro longos meses de silêncio, de ponderação, de readaptação às mudanças que vivenciei em minha vida pessoal e profissional.
  Plantei, semeei, busquei atingir alguns objetivos, mas estas situações não germinaram, e tenho a extrema certeza e consciência de que tudo que vem acontecendo comigo, vem do Pai Eterno, ou seja, Sua vontade se cumprindo em mim.
  E me pego aqui querendo dizer a vocês leitores do Blog Papo Virtual, como me sinto ou qual lição venho tirando de tudo que ocorreu, e diria que são as atitudes positivas diante das mudanças, que nos levam a vitória e a superação.
  Primeiro, não devemos resistir às mudanças. Se Deus assim permitiu, enfrente, adapte-se, faça com que o medo, a ansiedade, o temor do desconhecido ou do novo se transforme em combustível para o aprendizado e para a superação.
  Percorra esta nova caminhada do seu jeito, não tente imitar ou fazer como faziam há tempos atrás. Faça do seu jeito, ainda que mais devagar, mas consciente de sua responsabilidade e de seu compromisso.
  Expresse de maneira positiva em relação a este novo desafio. Fale com amor, carinho, sobre suas novas tarefas, sempre externando o lado positivo, até mesmo em relação às dificuldades enfrentadas.
  E finalmente, torne-se um modelo, um padrão de comportamento. Seja um líder, mas não um líder que apenas sabe dar ordens e cobrar daqueles que atuam ao seu lado. Isso não... Haja como um líder moderno, ande, caminhe ao lado de seus comandados, enfrentando junto as situações que lhes serão apresentadas, através de conhecimento, dedicação e humildade.
  Dito isto, falta apenas colocar 'uma coisinha', se é que posso dizer assim, mas talvez a mais importante de todas: coloque-se nas mãos de Deus e deixe que Ele conduza estes "Novos tempos, novos dias...".
  Uma ótima semana a todos, obrigado pelas mensagens de carinho e de saudade de nossos textos nesse período de silêncio, e que Deus abençoe a todos nessa caminhada. A gente se fala...