Quem sou eu

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Sou casado, pai, cristão, membro e Presbítero da IPB de Cambui, no sul de Minas Gerais. Formado em Pedagogia pela Universidade do Vale do Sapucaí - UNIVÁS, em Pouso Alegre, Pós-Graduado em Psicopedagogia Institucional pela Faculdade de Administração e Informática - FAI, em Santa Rita do Sapucaí, e Especializado em Políticas Públicas pela UFSC, em Florianópolis.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O turismo pode ser a saída...

Depois de participar de mais um evento voltado ao desenvolvimento do turismo em Minas Gerais, eu que já atuo no desenvolvimento dessa atividade em nossa cidade e região, tenho que salientar: o turismo pode ser a solução...
Para desenvolver uma atividade que pode gerar emprego, trabalho e renda sem degradar, é preciso usar a criatividade e aproveitar as oportunidades. Hoje o turismo é a atividade do setor terciário que mais cresce no Brasil e no mundo,  movimentando, direta ou indiretamente bilhões de dólares, e gerando em torno de 170 milhões de postos de trabalho, o que representa que a cada 10 novos postos de trabalho criados no planeta, 1 destes é gerado no turismo. Engraçado é não ouvirmos nenhum candidato, de nenhuma esfera, cantar a pedra do turismo...
Além dos dados econômicos, é importante ressaltar que o turismo é um tipo de atividade que, se bem planejada, não é poluidora, não destrói o meio, e agrega a questão da troca de experiências culturais e sociais. Nossa região, o extremo Sul de Minas, por mais diferenças que nossas cidades tenham, é rica em potenciais para a prática do turismo, seja ele de esportes de aventura, turismo rural, turismo ecológico, turismo de eventos, turismo religioso, ou o tão almejado turismo astronômico.
Mas então, já que o turismo é a bola da vez, e com todos estes dados a favor, por que esta atividade ainda não alcança os resultados esperados no Sul de Minas? Por que nossas cidades tão próximas do maior pólo emissor de turistas do Brasil, que é a Grande São Paulo, continuam com maus resultados e muito sazonalismo?
A resposta é simples. O turismo ainda é visto pelos nossos administradores públicos como o “resto do resto”. Se der, se tiver uma ‘verbinha’ daqui ou dali, a gente ‘ajuda’ o turismo. A última coisa que se lembra de trabalhar na construção de um orçamento municipal, e sei por que passo por isto já há 6 anos, é o turismo e os recursos para seu desenvolvimento. Tanto isto é verdade que muitos membros do executivo dizem que o melhor atrativo de uma cidade é aquele da cidade vizinha, mostrando total desconhecimento de sua cidade e de como lidar com a questão.
Há também uma descrença, um descaso até mesmo por parte das pessoas que moram em nossas cidades, muitas vezes por desinformação outras por revanchismo político. Uso como exemplo uma conversa que tive com um amigo de infância. Quando soube que eu estava atuando entre outras áreas na Prefeitura de Cambuí, com o turismo, o mesmo me disse: “ah é, temos uma bela praia aqui em Cambuí...”.
Não meu amigo, não temos praia aqui em Cambuí, ou Extrema, ou Pouso Alegre, ou Gonçalves, mas temos condições de explorar sim o turismo e gerar trabalho e renda através dele, porém precisamos de recursos e investimento para isso.
E quando falo em investimentos, não me resumo aqueles previstos nos orçamentos das Prefeituras, que já carregam nas costas muito daquilo que é realizado em nossas cidades, mas precisamos que a iniciativa privada acredite no turismo, e busque seu desenvolvimento.
Não há como cobrar das entidades parceiras como SEBRAE, Circuitos Turísticos, FECITUR, que “as coisas não acontecem, que o turista não ta chegando na minha pousada ou hotel ou restaurante”, se você como empresário não faz sua parte, não tem um atendimento bom para o cliente, não tem uma refeição decente no jantar, mas apenas no almoço. Não há como cobrar resultados sem participar do processo. Precisamos transformar potencial existente em realidade, mas pra isso é necessário trabalho árduo e investimento. A gente se fala...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Você já se olhou no espelho hoje?

            Quem lê o título acima pode imaginar que meu texto vai falar sobre algo superficial como aparência e estética. Mas não é nada disso meu amigo minha amiga, na verdade vamos falar um pouco sobre o olhar além do olhar, ou melhor, o olhar para o nosso interior e como lidamos com isso.
             Desde o início de minha formação em Pedagogia, e na Pós-Graduação em Psicopedagogia Institucional, tenho tido contato com a Psicologia e suas teorias, algumas das quais são interessantes na minha modesta opinião não só em relação ao tratamento de pessoas que necessitem de suporte psicológico, mas também para nós simples mortais que também precisamos conviver com nossos problemas, sucessos e fracassos.
            Que fique bem claro para os amigos Psicólogos que eu não espero com meu texto muito menos com meu trabalho profissional como Pedagogo ou como Psicopedagogo invadir o espaço que é só deles, mas a questão do olhar para dentro de si, o nosso lado interior, é algo maravilhoso e profundo e que resolvi “trazer a tona” para as pessoas abordarem em suas conversas.
            Muitas vezes a vida nos impõe por inúmeras razões mudanças de rumo, em nós mesmos e na vida daqueles que amamos. E é nesse momento que muitas vezes parte de nós morre, deixa de existir, mas não de maneira física e concreta, e sim nosso eu interior, nossos gostos, nossos amores, nossos sonhos, “coisas e gentes” que eram importantes e que deixam de ter a importância devida por conta de trabalho, saúde, política, sei lá qual a real razão, que nos tira o rumo que um dia, quando éramos crianças ou jovens, sonhamos e almejamos alcançar.
            Certa vez, ainda no curso de Pós-Gradução, participei de uma atividade em que pude fazer contato com este EU que existe quando me olho no espelho.
Em certo momento dessa tal atividade, foi sugerido um olhar para si próprio, um olhar no espelho onde na verdade o reflexo era, claro e evidente, eu mesmo, e que deveria a partir deste olhar tentar ver algo em mim, algo escondido, algo obscuro, algo que não é visível a olho nu, fazer contato com os meus sentimentos mais secretos, e que realmente existem dentro de cada um de nós. Que surpresa pude ter ao me conectar a este “Humberto” que há muito eu não via. Graças a Deus Pai e tudo o que ELE e meus pais terrenos trouxeram a minha vida, o EU que um dia sonhei e imaginei não está tão distante do EU atual, porém nem por isso eu sou exatamente o que um dia desejei. Meu momento de introspecção foi razoavelmente bom, não tive grandes choques. Mas tenho amigos e colegas que ao se conectar com este mundo interior tiveram uma reação um pouco mais forte, choro, tristeza, nostalgia, raiva, porque existia algo não resolvido, algo que um dia representou muito e que ficou no passado.
E onde é que eu quero chegar com tudo isso? Quero dizer que aprendi ao longo dos anos, e claramente através da experiência e vivência desta atividade que me despertou para escrever sobre o tema, que devemos buscar sempre a realização de nossos sonhos, um encontro com aquele EU tão sonhado, mas que deixamos para trás, sendo que aquele EU ainda é um alvo possível de se atingir. Muitos deixaram de estudar, muitos deixaram de fazer coisas que gostam, muitos deixaram de ver pessoas queridas, muitos deixaram de visitar lugares que apreciam, porque marido ou esposa, pais, amigos, emprego, política ou quaisquer que sejam as razões se interpuseram entre eles e seus desejos.
Deus nos criou com o livre arbítrio, ou seja, liberdade para fazer escolhas, e isso nos faz realmente diferentes dos outros animais. Devemos fazer uso deste, fazer nossas escolhas e nunca deixar que nada, nem ninguém, nos atrapalhem de alcançar estes sonhos. É o meu desejo a todos nós.
A gente se fala...

Dia 3 de Outubro a vitória é certa...

Pois é amigos, não sou nenhum guru, nem adivinho, mas de uma coisa eu tenho absoluta certeza: no dia 03 de outubro a vitória é certa...
E o porquê desta certeza tão grande no resultado final? Ora, fácil. Porque nada acontece por acaso. Nenhuma folha cai do galho de uma árvore, nem uma gota de chuva toca o solo, sem que nosso Deus queira que isso aconteça. E ninguém se torna o líder político de uma nação por acaso e sem que Deus permita que isso se torne uma realidade.
Temos aquelas pessoas que gostam do calor e do agito da política e estão extremamente envolvidos nas campanhas. Estes, ao ler este texto provavelmente vão pensar: “Este cara é louco! Vou ficar sentado no meu lugar esperando o resultado da eleição ao invés de trabalhar por meu candidato? Nunca!”.
Mas não é bem assim. Não estou pedindo que você fique de fora do embate de idéias que uma campanha eleitoral deve proporcionar. Muito menos que você não se posicione ou não se envolva como cidadão num dos momentos onde provamos que vivemos uma democracia em nosso país.
Só estou dizendo que o resultado é certo, alguém vencerá o pleito, e quem quer que seja o vencedor das eleições para deputado, senador, governador ou presidente, esta pessoa só chegará a este resultado porque uma conjuntura de fatores o farão ser merecedor, inclusive e principalmente falando, com o aval de Deus.
Desde pequeno ouço as pessoas dizendo que Deus não se envolve com política ou com esportes, e que Ele tem coisas mais importantes para se preocupar. Pelo contrário, meus amigos, se Ele é criador de tudo que existe, e se importa profundamente com as nossas vidas, claro que também está interessado no resultado das eleições e em nossos governantes.
Deus é soberano sobre todas as coisas. Ele preordenou tudo que acontece, planejou e decidiu toda a história da raça humana. E uma pergunta é comum neste ponto: se Deus já planejou tudo, por que devo eu me envolver ou me posicionar? Como as nossas escolhas podem ter um significado real? A resposta é “simples”: todas as nossas boas escolhas são causadas por Deus, e consequentemente todas as nossas más escolhas são permitidas por Deus, porque Ele nos criou com o livre arbítrio, ou seja, temos a opção de fazer aquilo que queremos mesmo que esta opção não seja a mais sensata ou aquela que agrade mais ao coração do Senhor.
No próximo dia 03 novamente teremos a chance de fazer uma opção e não agir como omissos: escolher aqueles que serão nossos governantes e nossos representantes no legislativo pelos próximos quatro anos. Podemos fazer a escolha certa, aquela que vem de Deus, proveniente de Sua sabedoria e de Seu plano eterno, ou então podemos fazer aquela que agrada mais a minha família, a meu amigo, ou a meu patrão.
Só posso dizer que a história do que ainda está por vir já foi escrita, e que a vitória no final é certa!..., e pertence a Deus Pai. Confie... Não se exaspere com seu irmão, com sua esposa, seu vizinho, seus amigos, não se desgaste e nem perca o sono. Participe sim, debata e mostre sua opinião e confie, apenas confie... Que possamos pensar e meditar, e assim escolher nossa melhor opção para o voto, conforme a vontade de Deus.
A gente se fala...