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Sou casado, pai, cristão, membro e Presbítero da IPB de Cambui, no sul de Minas Gerais. Formado em Pedagogia pela Universidade do Vale do Sapucaí - UNIVÁS, em Pouso Alegre, Pós-Graduado em Psicopedagogia Institucional pela Faculdade de Administração e Informática - FAI, em Santa Rita do Sapucaí, e Especializado em Políticas Públicas pela UFSC, em Florianópolis.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Depois do ‘Vale Night’, que tal o “Passe Livre”?

Pois é meus amigos leitores do Blog ‘Papo Virtual’, o carnaval passou, Obama já veio ao Brasil e já se foi, e finalmente o país parece que vai engrenar, que vamos iniciar de verdade o ano de 2011 em alguns setores da sociedade.
Mas o que eu gostaria mesmo de trazer para o nosso ‘papo virtual’ é em relação a uma criação de nosso povo tupiniquim e sua irreverência, que gentilmente foi aperfeiçoada no país do ‘Tio Sam’ através de Hollywood.
Aqui já se viu de tudo. Lei de ‘Gerson’, ou melhor, lei pra levar vantagem em tudo, leis que são assinadas e não pegam de fato porque a população não cumpre, dança da pizza no Senado Federal, time rebaixado pra terceira divisão do brasileirão subindo direto para a primeira divisão, ‘Mensalão’ que além de não dar cadeia pra uns, acaba em ministério para outros, e por aí vai... O Brasil é mesmo um país único. E pra aproveitar o carnaval com total liberdade nos superamos com a criação do “Vale Night”.
Pra mim vale sempre foi um documento que equivale a dinheiro, ou aquele adiantamento que geralmente um empregado solicita ao seu empregador de parte de seu salário, ou deste integralmente, para poder sanar possíveis dívidas, coisas assim... Isso pra mim é um vale.
Mas o tal ‘Vale Night’ foi criado pela banda Asa de Águia, através da letra da música de mesmo nome, com o intuito de permitir que os foliões pudessem pular o carnaval e a ‘cerca’ ao mesmo tempo. A intenção é consentir que seu parceiro ou parceira faça o que quiser e com quiser durante a noite de folia, isso sem danos para o relacionamento conforme o trecho da canção ...Quem tá solteiro, continua solteiro,Quem tá casado, continua casado,Quem tá ficando, continua ficando,mas o vale night é um direito do povo...”.

Agora Hollywood aperfeiçoou nossa criação, através do filme “Passe Livre”, que sugere que uma noite de folia liberada é pouco, e a sugestão agora é uma semana de ‘passe liberado’ por seu cônjuge para fazer o que bem quiser sem ter que dar satisfação a ninguém, isso tudo com a desculpa de que assim podem acalmar a inquietação em seus corações e também quebrar a rotina do casamento.
Certamente não há mais degraus a descer. A sem-vergonhice e a promiscuidade que as duas propostas sugerem trazem a tona o desejo de corromper e destruir a principal instituição criada por Deus, ou seja, a família.
A família é a base da sociedade, a figura do homem e da mulher que se unem, em compromisso, e formam uma nova célula chamada lar. Devemos preservá-la a qualquer custo. Católicos, protestantes, cristãos brasileiros, do novo mundo, do velho mundo, todos devemos refletir os acontecimentos ao nosso redor e mostrar em nossa postura e atitude que não concordamos com estes ‘vales ou passes’ e que a dignidade, a honestidade e a cumplicidade devem estar presentes em nossos relacionamentos.
A família é o esteio, o sustento de uma sociedade mais justa e podemos ver que ao longo da história da humanidade nações grandiosas foram destruídas por causa da dissolução dos costumes, motivada pela desvalorização da família, desde a antiga Roma até o imperialismo norte-americano.
O Brasil vem vivendo um momento especial, ‘confiável’ e único na visão do mundo globalizado. Somos ‘a bola da vez’, Olimpíadas, Copa do Mundo, porém se quisermos viver tempos melhores em que as desigualdades serão reduzidas de fato e no qual nosso país terá um papel cada vez mais importante no contexto mundial é preciso valorizar a família e colocar Deus como centro de nossas vidas.
E lembrem-se, quando precisar de um ‘vale’, só aquele de dinheiro... A gente se fala...

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