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Sou casado, pai, cristão, membro e Presbítero da IPB de Cambui, no sul de Minas Gerais. Formado em Pedagogia pela Universidade do Vale do Sapucaí - UNIVÁS, em Pouso Alegre, Pós-Graduado em Psicopedagogia Institucional pela Faculdade de Administração e Informática - FAI, em Santa Rita do Sapucaí, e Especializado em Políticas Públicas pela UFSC, em Florianópolis.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Sustentabilidade, pense nisso...


Estamos em pleno outono, porém com dias de quase inverno, mesclados com dias de quase verão, com a natureza e o clima cada vez mais alterados pelas mudanças causadas pelas péssimas escolhas do ser humano. E ainda assim, o assunto em voga com reuniões de governantes, cientistas, e curiosos ultimamente é a questão da sustentabilidade.

Mas o conceito de sustentabilidade ainda não é uma coisa clara para todos. Nós podemos definir sustentabilidade como sobrevivência, ou melhor, a perenidade dos empreendimentos humanos e de nosso planeta. O desenvolvimento sustentável implica em planejamento e execução de ações, por parte de governos e empresas, sejam estas locais, regionais, nacionais ou a nível mundial. Ou seja, se somarmos o mercado globalizado com a sociedade moderna e mais os recursos ambientais bem protegidos e cuidados temos uma boa governança.
E novamente pergunto, o que isso tem a ver conosco? Tem uma relação importante sim, porque viveremos durante os próximos meses um período de escolha de nomes que administrarão nossas cidades e que nos representarão no legislativo nos próximos anos, e é preciso saber, conhecer um pouco mais de nossos candidatos, suas propostas, suas idéias quanto aos principais temas como emprego, saúde, educação, agricultura, mas também na questão da sustentabilidade, para escolher aquele em quem votar de maneira consciente.
É necessário que nosso candidato tenha uma idéia muito clara quanto à questão da sustentabilidade, e que em seu plano de governo, no caso dos candidatos a Prefeito, e em suas propostas de atuação, no caso dos candidatos a Vereador, exista algo de concreto.
Nosso planeta vem pedindo socorro há algum tempo. Tsunamis, furacões, chuvas em demasia em uma região e secas e estiagem em outras são provas disso. E o “recomeço” em busca de um mundo melhor, mais “sustentável”, mais equilibrado, começa aqui em nossa cidade, em nosso bairro, em nossas casas. É preciso fazer a nossa parte. E não falo apenas atitudes de “ambientalistas de final de semana”, ou de discurso, mas atitudes conscientes.
A separação do lixo, a famosa “coleta seletiva”, o plantio de arvores por parte de empresas que necessitam de madeira em seu processo produtivo ou que de alguma forma “expelem” algum tipo dejeto após este, a recuperação e proteção de nascentes por parte do governo com apoio da iniciativa privada, o trabalho de conscientização ao lado do homem do campo quanto à questão do uso de agrotóxicos, a proteção das matas ciliares, o diagnóstico das espécies animais e vegetais da região e ações para sua proteção, são medidas necessárias e que nós, população mais governo mais empresários podemos realizar em busca da “sustentabilidade”.
Na hora de avaliar seu candidato, pense nisso... Podemos morar numa cidade que tenha muitas empresas, emprego e renda em crescimento, mas ao mesmo tempo sem planejamento e muitos problemas sociais e nenhum projeto para o meio ambiente, ou em uma cidade próspera, com um crescimento progressivo e planejado, com uma sociedade mais justa, respeitando e protegendo a natureza e o que ela nos dá. A escolha é sua...

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