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Sou casado, pai, cristão, membro e Presbítero da IPB de Cambui, no sul de Minas Gerais. Formado em Pedagogia pela Universidade do Vale do Sapucaí - UNIVÁS, em Pouso Alegre, Pós-Graduado em Psicopedagogia Institucional pela Faculdade de Administração e Informática - FAI, em Santa Rita do Sapucaí, e Especializado em Políticas Públicas pela UFSC, em Florianópolis.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Top Model...


Fim de ano, início do verão se aproximando, muito sol e calor, e nosso país fica movimentado por conta das semanas de moda, principalmente no Rio e em São Paulo. As “fashion weeks”, como são chamadas, movimentam um capital tremendo vendendo mais do que roupas e grifes de fabricação “tupiniquim” e importada, vendem estilos e propagam modelos a serem seguidos por crianças, jovens e adultos no Brasil, e por conta da globalização, porque não dizer por este mundo afora.
A moda e a mídia também fazem com que estes modelos de beleza até certo ponto esqueléticos sejam referências para nossos meninos e meninas que cultuam a aparência “cadavérica”, mesmo sabendo que o modelo de mulher brasileira, e latina, tem bem mais “sustância” que as frágeis meninas das capas de revista.
Mas eu não quero me ater com você em relação aos modelos externos de beleza, mas sim em relação ao que temos dentro de cada um de nós, a “essência” de nosso ser, o “modelo” de comportamento, de postura, de atitude perante a vida, em relação a si próprio e aos outros.
A questão de ser ou não modelo para as outras pessoas não depende de nós. Mesmo que não queiramos ou desejemos tal tarefa, que façamos de tudo para evitá-la, não adianta, ela nos é imposta por conta da maneira como agimos em relação ao nosso próximo, da maneira como as mesmas nos observam, nos avaliam e nos encaram: modelos positivos ou negativos.
Somos modelos como pais, como filhos, como avós, como empregados, como patrões, como amigos, como cônjuges, seja como for, de alguma maneira e em algum momento somos considerados modelos, “top models” para aqueles que nos cercam ou não... E quanto mais pública é sua vida, como é o meu caso, quanto mais contato com as pessoas, maior essa avaliação sobre sua pessoa.
E a pergunta que eu faço é a seguinte: que tipo de modelo você tem sido? Um modelo positivo, confiável, que resiste às intempéries, que se esforça para passar coisas boas para as pessoas que o rodeiam, ou alguém chamado problema, alguém frágil mentalmente, que ao primeiro “vento mais forte” se dobra e não passa confiança nem para si mesmo quanto mais para os outros?
Se existe alguém que passou por este nosso mundo e só deixou bons exemplos e é o modelo a ser seguido, este é o nosso Senhor Jesus Cristo. A encarnação do verbo, o Deus-Homem, nasceu, viveu, sofreu, passou por tudo que nós seres humanos passamos, e com um “agravante”: Ele era o Filho do próprio Deus... E mesmo assim suportou, venceu, cumpriu tudo aquilo que já estava escrito, carregar sobre si os nossos pecados, em nome de uma causa maior: nossa salvação. 
Que nós possamos ser bons modelos, seguir os ensinamentos de Jesus, tendo uma vida humana sim, imperfeitos, com altos e baixos, alegrias e angústias, vitórias e derrotas, mas compreendendo e sabendo lidar com cada situação, sejam elas boas ou ruins. E que tomemos como nosso ‘Top Model’ Aquele que fez por onde: Jesus. Ótima semana a todos, a gente se fala...

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