Quem sou eu

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Sou casado, pai, cristão protestante. Formado em Pedagogia pela Universidade do Vale do Sapucaí - UNIVÁS, em Pouso Alegre, Pós-Graduado em Psicopedagogia Institucional pela Faculdade de Administração e Informática - FAI, em Santa Rita do Sapucaí, e Especializado em Políticas Públicas pela UFSC, em Florianópolis.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Todo dia é dia de ser criança...

Dia das crianças chegando, a cada ‘clicada’ ou ‘zapeada’ percebo o apelo voraz da mídia com brinquedos e mais brinquedos, e eu me pego aqui meditando como escrever sobre a alegria de ser criança, sendo pai de duas, e o que fazer ou como fazer para que esta alegria infantil perpetue na adolescência e na vida adulta.
Então, simplesmente me deparo com o texto de Josué 1:7-8 que diz: “Tão somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o cuidado de fazer conforme a toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares. Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido”.
Certo, você deve estar pensando, lindo texto, da Bíblia, e daí? Daí, querido leitor do Blog Papo Virtual, que a responsabilidade de termos crianças felizes, e com a vida cercada de boas oportunidades, é dos pais. Sim, é isso mesmo, você leu direito. É sua, é minha, é nossa. Sem empurrar essa responsabilidade nas costas de avós, escola, igreja, ou seja lá o que for. E essa responsabilidade é a de instruir, ensinar, educar, as nossas crianças, no caminho do Senhor.


Antes dos prazeres materiais, dos brinquedos tecnológicos caríssimos, das guloseimas cheias de calorias, das roupas de grife, se você quer mesmo que seu filho ou sua filha tenha uma vida VALORIZADA, faça com que eles tenham a oportunidade, ainda na infância, de conhecer a Deus, de ter um relacionamento com ELE, pois como acabamos de ver no texto do livro de Josué, a pessoa que é ensinada, instruída na palavra de Deus, e dela faz sua regra de fé para a vida, tem mais chances de ter uma vida sem sobressaltos, sem solavancos, com sucesso em tudo que se propuser ser ou fazer.
Isso não significa que a pessoa terá uma vida sem problemas, sem dificuldades, sem batalhas, um mar de rosas... Não, é óbvio que não, mas que mesmo em meio as piores circunstâncias, elas saberão como agir, como proceder, e principalmente, como superar esta fase, buscando na palavra do Senhor a força e a coragem para os desafios.
Feliz dia das crianças, a todas elas, ‘as crescidas’, e as não crescidas, em especial aos leitores de nosso blog. Ótima e abençoada semana, a gente se fala...

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Guerra ou paz, qual você faz?

Pois é, amigos leitores do Blog Papo Virtual. Mais uma vez nos aproximamos da data de 11 de Setembro, e com isso começa aquele festival de cerimônias, lembranças, especiais na TV, documentários ‘mil’, tudo recordando os atentados terroristas ocorridos em 11 de Setembro de 2001 nos Estados Unidos, com a morte de tantas pessoas inocentes, em nome da ‘Jihad’, ou guerra santa, como preferir.
Naqueles dias que se sucederam, muito foi dito que a ira dos povos do Oriente Médio foi atraída por conta de uma falta de habilidade na política externa do Governo BUSH e também na falta de respeito com a soberania de outras nações, ainda que estas estivessem a cometer atos não condizentes ou aceitáveis, principalmente para nós cristãos, em relação aquilo que acreditamos e seguimos.
Doze anos depois, parece que os norte-americanos não compreenderam certas coisas, muito menos aprenderam a lição com seus próprios erros. As vésperas de outro aniversário do 11/09, o mundo vive a expectativa de outro conflito, mais um ataque armado dos americanos, desta vez contra a Síria, calçados com o argumento de que o Governo do Presidente Sírio Bashar Al-assad vem oprimindo, castigando e matando seus opositores locais com atos de covardia, tortura e até mesmo com a utilização de armas químicas.
Confesso que quando o Presidente Barack Obama foi eleito, com todo seu carisma, boa oratória e a questão racial a flor da pele, por ser o primeiro Presidente negro na história dos Estados Unidos, e até mesmo por ter um nome mais próximo daqueles utilizados nas regiões do Oriente Médio, imaginei que finalmente veríamos os americanos mais preocupados com seus problemas internos, respeitando mais os outros países e regiões do planeta que pensam e agem diferentemente deles, e principalmente como maior nação cristã (protestante), respeitando os ensinamentos e a vontade de nosso Deus.
Porém, não foi isso que vimos... A mídia vem mostrando nas últimas semanas e meses que as lições do 11/09 de 2001 parecem ter ficado no passado, distantes, e que os interesses, quaisquer que sejam eles, dos americanos, estão acima de qualquer valor social, humano ou cristão.
Se não bastasse o clima de guerra, com apelos pela negociação e diplomacia por todo o mundo, e também algumas ameaças de outros líderes mundiais, como os da Rússia e China, que também possuem interesses de que NÃO aconteça o tal conflito armado na Síria, os noticiários seguem recheados de denúncias das espionagens praticadas pelo governo americano, em prol de informações privilegiadas que favoreçam suas empresas, e que exponham a segurança de governos e suas cúpulas em vários países e diversas regiões do planeta.
A pergunta que eu faço é a seguinte, caros leitores: até quando os norte-americanos continuarão a brincar de donos do mundo? Até quando eles continuarão acreditando que uma ação armada é mais eficaz do que o diálogo e a diplomacia? Até quando continuarão desrespeitando a soberania de outras nações e violando os tratados do mundo moderno? E PRINCIPALMENTE, ATÉ QUANDO SEGUIRÃO REALIZANDO SUA PRÓPRIA VONTADE E DESEJO, AO INVÉS DE BUSCAR AQUILO QUE DEUS QUER QUE SEJA FEITO OU NÃO?
É fato que todos os grandes impérios que já existiram em nosso mundo, tiveram seus tempos de glória e domínio, mas também sua queda. A queda do domínio norte-americano é algo anunciado pelos estudiosos e analistas, e muitos deles dizem que é uma questão de tempo.
Mas o ponto que eu gostaria de me ater é em relação ao modo como esta nação vem lidando com Deus, que tanto abençoou e fez com que eles prosperassem. O afastamento em relação aos valores cristãos, aos ensinamentos bíblicos, de uma pátria que 'tem' como lema “In GOD we trust”, trouxeram, e podem trazer ainda mais, tristeza, dificuldades, destruição, sofrimento.
É verdade sim que o nosso Deus é um Deus de guerra, que nos lidera na batalha contra o inimigo, como vemos desde o Velho Testamento, mas também é um Deus amoroso, que apascenta as contendas, e que quando viu que seu povo se afastava e virava as costas para seus ensinamentos, cometendo todo tipo de atos e concupiscências, permitiu que este povo ficasse cativo, e que perdesse batalhas, sofresse, para que pudesse cair em si aprendendo a lição devida.
Meu pedido a Deus é para que não haja guerra, para que não aconteça este anunciado conflito armado, até porque seria um conflito tecnológico, com drones e mísseis teleguiados contra forças militares ou mesmo civis inocentes e despreparados, e que na ânsia de responder de alguma forma, com certeza usarão armamentos e táticas inapropriadas, que trarão a morte de mais inocentes.
Senhor Deus, que o diálogo com os líderes daquela nação, a Síria, seja uma possibilidade, e que eles possam se render a argumentos e não a bombardeios, e que apenas a paz seja o motivo para esta situação, e não interesses econômicos ou outros daqueles que se dizem mensageiros da paz. Senhor, abre os olhos dos líderes norte-americanos, na figura do Presidente Barack Obama, para que esta nação possa voltar a se inclinar perante a Sua autoridade, e cumprir a Sua vontade.
Aguardemos os fatos, coloquemos nas mãos de Deus e seja feita a Sua perfeita vontade. A gente se fala...

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Que tipo de filho é você?

Dia dos Pais se aproximando, o apelo da mídia voltado apenas para presentes e comilanças, e eu aqui pensando como abordar a importância desta data de uma maneira menos piegas e mais sensata.
Então me deparo com o texto de Lucas 15.11-32, a conhecidíssima passagem da Bíblia que apresenta a parábola do filho pródigo, e decido abordar o tema do ponto de vista de nossas atitudes e escolhas como filhos, seja do Pai Eterno, ou de nossos pais terrenos.
Amor de pai (e de mãe) é incondicional. Eles nos amam, muito, e pronto. Isso não muda. Porém nós, filhos, muitas vezes agimos de maneira inconveniente, não respeitamos os sentimentos de nossos pais, suas experiências, seus esforços, seu amor, e assumimos certos riscos e certas posturas que com certeza os entristece, em nome da liberdade ou de uma fase de nossas vidas.
Ao relembrar a parábola do filho pródigo, aquela em que o filho mais novo, querendo “curtir a vida adoidado”, solicita ao seu pai, dono de muitas posses, que lhe entregue sua parte da herança ainda em vida, me vem a cabeça a atitude dos dois filhos daquele homem, o mais novo que debandou e o mais velho que ficou, amargo e calado, na casa do pai.
Aquele senhor, possivelmente triste com a falta de sabedoria do filho mais moço, com o desejo deste em partir para terras distantes e aproveitar os deleites dos bens materiais e das coisas vãs, ainda assim não relutou e realizou seu desejo, sua vontade, vendendo parte dos bens e concedendo a parte cabível àquele filho para que ele pudesse partir.
Este filho então, ajunta suas coisas, e parte para este “mundão véio sem porteira”, em busca de fantasias, curtições, e aproveita estes momentos de felicidade momentânea e passageira, até que seu dinheiro acaba, e por se tratar de um tempo difícil e de crise econômica naquelas terras, este vem a passar por grande necessidade e fome.
Enquanto isso, o outro filho, mais velho, continua na labuta diária, trabalhando nas propriedades do pai, cuidando de seus negócios, suando a camisa, e possivelmente ainda amargo porque o irmão estava a curtir a vida por aí com a grana do pai.
Em um dado momento, o filho mais moço, percebe o tamanho da provação e dificuldade que estava passando, tendo que se alimentar inclusive com a ração que era servida aos porcos, isto tudo por conta de suas próprias escolhas. Ele então cai na real, cai em si, e lembra que se não tivesse realizado aquelas péssimas escolhas, ainda poderia estar na casa de seu pai, passando muito bem, pois lá até mesmo os empregados podiam se fartar com pratos deliciosos, e usar boas vestimentas. Então ele decide: É HORA DE VOLTAR E PEDIR PERDÃO A MEU PAI, E VER SE ELE ME DEIXA FICAR NUM CANTINHO, NEM QUE SEJA COMO SE FOSSE UM EMPREGADO.
Os dias se passavam na mesma “rotina” normal para o outro filho, mais velho: acordar, trabalhar, cuidar dos negócios do pai, alimentar-se fartamente nos horários, e outras atividades diárias como qualquer um de nós que leva a vida regrada e organizada.
Então, um belo dia, aquele pai, a olhar para o horizonte, na “porteira” de sua propriedade, avista um jovem distante, bem magro, de cabeça baixa, vindo em sua direção, e como só um pai (ou mãe) pode fazer, reconhece aquele filho mais novo que um dia partiu, e andando o mais rápido possível que sua idade e saúde permitem, vai à direção daquele jovem não tão jovem mais, um adulto, amadurecido físico, mental e emocionalmente pelo sofrimento e cabeçadas dadas. Ele abraça seu filho como se tivesse resgatado-o da morte. Que alegria daquele homem, ver um filho que pensou nunca mais encontrar, ali na sua frente, são e salvo, pedindo seu perdão e que fosse tratado pelo menos como os empregados eram tratados.
Mas o pai, este nem escutou, mandou os empregados saírem correndo e providenciarem roupas, anel, sandália, tudo do bom e do melhor, porque aquele filho que ele pensava estar morto retornou. Uma festa com comida e bebida e música e dança também foi organizada pelo velho homem. Familiares e amigos passaram o dia e a noite a regozijar a volta daquele jovem e a alegria do velho homem.
Eis que no final da tarde, o outro filho, mais velho, retorna do trabalho e ao aproximar de sua casa, ouve música, risos, vê aquela movimentação fora do normal, e segue até a porta e pergunta a um dos empregados o que estava acontecendo. Este responde que aquilo era para comemorar o retorno de seu irmão que havia voltado de outras terras e reconciliado com o pai.
Com certeza a amargura de dias, meses, anos, concentrada naquele filho, afloraram e vieram à tona como lava de vulcão. O pai, sábio, conhecedor do comportamento e do gênio dos filhos, saiu e foi atrás dizendo para que ele entrasse e participasse da festa de retorno do irmão. Mas a amargura a este ponto era intensa, irreversível, e ele se voltou contra o pai acusando-o de nunca ter lhe dado nada, nem um pequeno animal para assar com os amigos, sendo que ele tinha sido responsável e ficado ao lado do pai trabalhando e cuidando das coisas.
E o pai lança uma resposta que deixaria o filho sem palavras... VOCÊ ESTAVA COMIGO SEMPRE E TUDO QUE É MEU É SEU, MAS ERA NECESSÁRIO E JUSTO COMEMORAR A VOLTA DESTE SEU IRMÃO QUE ESTAVA MORTO E REVIVEU, ESTAVA PERDIDO E FOI ACHADO.
A pergunta que fica é a seguinte: que tipo de filho você tem sido? Que tipo de filho eu tenho sido? Aquele que aprende por amor ou pela dor? Aquele que escuta a voz dos mais experientes ou aquele que segue seus instintos? Aquele amargurado pelo que gostaria de ter ou agradecido pelo que possui?
Nesse dia dos pais, mais do que um presente ou um almoço ou jantar especial, dê amor ao seu pai e demonstre gratidão por tudo que ele já fez por você. E falando especificamente em relação ao nosso Pai Eterno, cultive um relacionamento com Aquele que deu a maior prova de amor já vista, enviando seu filho único para morrer por você, por mim, nos possibilitando uma nova chance através da cruz de Cristo.
Feliz dia dos pais a todos os papais leitores deste blog, em especial ao meu pai. Ótima semana, a gente se fala...

terça-feira, 16 de abril de 2013

É constrangedor...

Se você amigo leitor do Blog Papo Virtual fizer uma busca rápida pelo significado da palavra constrangedor, encontrará algumas definições como: algo que nos faz ficar envergonhados, constrangidos, ou, sentimento de incômodo em ter que fazer ou falar algo que você não se sinta bem ou a vontade.
Bom, dito isto, é muito fácil de lembrar situações constrangedoras pelas quais tenha passado na minha vida, ou que tenha visto algum amigo ou ente querido enfrentando. Quem nunca passou por algo semelhante, que atire a primeira pedra...
Andar com a calça rasgada 'nos fundilhos', espirrar e não ter um lenço de papel ou guardanapo para limpar, perguntar notícias de uma pessoa e até mesmo mandar um abraço sendo que a mesma já faleceu, no caso das mulheres chegar numa festa com vestido ou saia e perceber que a meia fina está toda rasgada, e por aí vai... Quantas não são as situações constrangedoras que se perguntasse a você agora não te remeteria a um local ou fato semelhante?
Mas hoje eu não quero me ater a este tipo de constrangimento, mas a outro tipo. Aquele que sentimos quando conhecemos a Deus, passamos a ter um relacionamento com Ele,  e aprendemos o quanto Ele nos ama, nos amou e continuará amando.
A prova deste amor? Simples resposta. Enviou Seu filho único, Jesus Cristo, para se tornar homem, carne e osso, sentir nossas aflições, nossos sofrimentos, enfrentar as dificuldades, conhecer as alegrias, mas principalmente, fazer com que este filho amado, tomasse sobre si as nossas falhas, nossos erros, e morresse na cruz possibilitando nova chance, uma oportunidade para nós seres humanos de "começar de novo...".
Ele nos ama desde antes da nossa concepção, e se importa conosco. Como posso ter certeza disso? Também fácil de responder... Nas piores e maiores dificuldades Ele não nos abandona, nos acolhe. Melhor ilustração disso é o poema Pegadas na areia. 
Quando supomos que Ele não está ao nosso lado, que estamos sozinhos, nos enganamos, pois o Senhor está nos carregando no colo.
Por isso mesmo, o meu, o seu, o nosso constrangimento é fato, em saber que tudo que possamos fazer pra Deus e para o nosso próximo, cumprindo o mandamento de amar a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos, é muito pouco perto do que o Pai Eterno já fez e ainda fará por nós. A salvação é uma dádiva, de graça e pela graça, e nada ligada às obras. Sem dúvida "é constrangedor" e impossível de se mensurar este amor, porém muito bom sentir o seu cuidar. Obrigado Senhor.
A gente se fala...

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Novos tempos, novos dias...

  Confesso que estava com saudades de postar textos e dividir nossas experiências com os amigos leitores de nosso blog. São quatro longos meses de silêncio, de ponderação, de readaptação às mudanças que vivenciei em minha vida pessoal e profissional.
  Plantei, semeei, busquei atingir alguns objetivos, mas estas situações não germinaram, e tenho a extrema certeza e consciência de que tudo que vem acontecendo comigo, vem do Pai Eterno, ou seja, Sua vontade se cumprindo em mim.
  E me pego aqui querendo dizer a vocês leitores do Blog Papo Virtual, como me sinto ou qual lição venho tirando de tudo que ocorreu, e diria que são as atitudes positivas diante das mudanças, que nos levam a vitória e a superação.
  Primeiro, não devemos resistir às mudanças. Se Deus assim permitiu, enfrente, adapte-se, faça com que o medo, a ansiedade, o temor do desconhecido ou do novo se transforme em combustível para o aprendizado e para a superação.
  Percorra esta nova caminhada do seu jeito, não tente imitar ou fazer como faziam há tempos atrás. Faça do seu jeito, ainda que mais devagar, mas consciente de sua responsabilidade e de seu compromisso.
  Expresse de maneira positiva em relação a este novo desafio. Fale com amor, carinho, sobre suas novas tarefas, sempre externando o lado positivo, até mesmo em relação às dificuldades enfrentadas.
  E finalmente, torne-se um modelo, um padrão de comportamento. Seja um líder, mas não um líder que apenas sabe dar ordens e cobrar daqueles que atuam ao seu lado. Isso não... Haja como um líder moderno, ande, caminhe ao lado de seus comandados, enfrentando junto as situações que lhes serão apresentadas, através de conhecimento, dedicação e humildade.
  Dito isto, falta apenas colocar 'uma coisinha', se é que posso dizer assim, mas talvez a mais importante de todas: coloque-se nas mãos de Deus e deixe que Ele conduza estes "Novos tempos, novos dias...".
  Uma ótima semana a todos, obrigado pelas mensagens de carinho e de saudade de nossos textos nesse período de silêncio, e que Deus abençoe a todos nessa caminhada. A gente se fala...

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A felicidade na escolha...

                Recentemente li o livro 'A vida é feita de escolhas', de Dalcides Biscalquin, de leitura muito agradável, que apresenta de modo cativante e emocionante a questão das escolhas e decisões, e como cada leitor pode fazer uma reflexão sobre sua vida e estas decisões que temos que fazer todos os dias, seja na vida pessoal, profissional e até mesmo na sentimental. Porque a partir destas percorremos um determinado caminho, e isso nos leva a importância de se encarar de frente a realidade de nossas vidas.
               Devo dizer que meu lado cristão ainda fica muito questionador quanto a questão das escolhas, pois se por um lado Deus nos fez, nos constituiu, seres com uma dádiva que é o livre arbítrio, ou seja, não nos fez um 'monte de robozinhos' que só fazem o que Ele manda ou quer, por outro lado o compromisso de fé e a responsabilidade cristã me impõem uma série de comportamentos e situações que caracterizam esta escolha feita um dia, não por mim, mas por Ele, nosso Deus e Pai, de entregar Seu filho único, Jesus Cristo, naquela cruz, para sofrer e morrer de maneira ímpar, como prova de amor, para me salvar, para nos salvar.
               Basta um pequeno esforço de pensamento para que eu ou você nos lembremos de coisas que gostaríamos de fazer, ou comprar, ou comer, ou beber, que nos proporcionariam certo grau de satisfação e prazer, porém não as fazemos porque sabemos que esta escolha ou decisão, por mais que nos proporcione esta satisfação acima citada, certamente nos levaria a quebrar nossa comunhão com Deus e com os irmãos..
               Nossa natureza humana, falha, continuamente nos impele a fazer escolhas erradas e tomar decisões, e pensar somente depois nas consequências das mesmas, decisões estas que nos afastam do Pai, porém ainda assim temos a esperança depositada na pessoa de Jesus Cristo, que nos justifica junto a Deus, para que sejamos perdoados, e tenhamos uma nova chance de realizar escolhas mais felizes e mais maduras todos os dias.
               Dito isto, a pergunta que me vem a cabeça ao escrever este texto para nosso blog é: 'como fazer para acertar nas escolhas e também estarmos felizes?' E a resposta está em pensar primeiro, sem precipitação, e decidir depois. Fazer escolhas sem buscar uma orientação, seja de uma pessoa mais velha, de um amigo, de um irmão, ou principalmente, sem orar e buscar orientação do Pai Eterno, é um caminho que com certeza tem tudo para dar errado.
               E quando fizermos uma escolha errada, que além de não nos trazer felicidade, ainda nos fizer cair diante de Deus e dos homens, o que fazer? Nesse caso, para reaver a paz ou a comunhão com Deus, perdida por conta de uma escolha errada, não existe milagre ou receita de bolo que faça com que as consequências das nossas decisões equivocadas desapareçam como um passe de mágica. Permanecer na tristeza de uma escolha ruim e fugir da realidade é a primeira coisa que não devemos fazer. A pessoa que deseja se concertar com Deus, ou até mesmo com o próximo ofendido, um irmão muitas vezes, deve mostrar arrependimento, de coração, e pedir perdão a Deus e ao ofendido. Agindo assim, ele superará mais esta experiência, negativa, em sua vida.
              Na próxima oportunidade em que tivermos que tomar uma decisão, fazer ou não algo, ir ou não aquele local, façamos isso através da ótica de Cristo, ou seja, em meu lugar, o que faria Jesus? Iria? Faria? Compraria? Sim ou não? E que sejamos sábios nas nossas escolhas. A gente se fala...

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Homenagem à Abelha Rainha do Pop...

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           Na verdade mais do que uma homenagem à Banda Kid Abelha e a Paula Toller, através dos nomes de grandes sucessos em seus 30 anos de carreira, este texto também é uma viagem por lembranças do passado não tão distante. Sim, meu passado, nosso passado, afinal o amor é um sentimento pra ser vivido, ainda que soframos por ele...
            ...Toda vez que tento estar NO SEU LUGAR, ver as coisas do seu modo, as lembranças me levam pra longe.
            Você pode achar que não é forte NADA TANTO ASSIM, mas minha EDUCAÇÃO SENTIMENTAL, volume I ou volume II, não me preparou para lidar com a saudade ou com a ausência da sua presença...
            Muitas vezes eu disse que iria embora, que não queria mais, mas não era verdade... Muitas vezes no amor, DIZER NÃO É DIZER SIM. Tantas vezes eu te entreguei TODO MEU OURO, PORQUE EU NÃO DESISTO DE VOCÊ, aliás nunca desisti.
          AMANHÃ É 23, e isso me lembra que em NOVENTA E DOIS ainda éramos duas crianças, como GAROTOS, não sabíamos até onde o amor nos levaria...
          Pra mim você nunca foi, nem nunca será, apenas um CASO DE VERÃO. Ah se soubesses COMO EU QUERO estar perto de ti... Meus amigos achavam que eu tinha apenas FIXAÇÃO em você, mas eu só sei que NADA SEI quando estamos juntos...
          Já tentei te esquecer... Conheci Ana, Juliana, Elaine, ALICE, mas como se fosse uma PINTURA ÍNTIMA, eu me apego às lembranças, e te desejo hoje mais do que ontem...
         Outro dia mesmo EU TIVE UM SONHO, em que a gente fazia uma viagem, somente eu e você, hospedávamos num GRAND' HOTEL, lindo, maravilhoso, e eu fingia ser SEU ESPIÃO, isso mesmo, e aí eu espionava você em meio ao público, sua beleza, seu andar, seu jeito... E me orgulho de ter a sua companhia... 
        Sabe, eu não tenho dúvidas em dizer que TE AMO PRA SEMPRE. E ponto final... A gente se fala.
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

A história de um homem e sua latinha de óleo



Conta-se a história de um homem que levava sempre consigo uma latinha de óleo, e, se passava por uma porta que rangia, punha um pouco de óleo nas suas dobradiças. Se um portão estava difícil de abrir, punha óleo nas dobradiças.
Assim passava ele pela vida, lubrificando todos os pontos difíceis e suavizando-os para os que vinham atrás dele. O povo chamava-o de esquisito, excêntrico e amalucado, mas o velho prosseguia firmemente abastecendo a lata de óleo quando se esvaziava e lubrificando as coisas emperradas que encontrava.
Há muitas vidas que rangem e ficam perras, duras no viver de cada dia. Nada vai bem com elas. Precisam de um pouco de óleo da alegria, da delicadeza, da consideração.
Você tem uma lata de óleo consigo? Então esteja pronto com seu óleo do auxílio logo de manhã, para utilizá-lo com a pessoa que estiver mais perto. Aquele pouco de óleo poderá ser útil para lubrificar todo o seu dia.
O óleo do bom ânimo para o que está desanimado – quanto poderá significar! A palavra de coragem ao que está sem esperança. Fale-a. Nossas vidas tocam algumas vidas apenas uma vez nesta caminhada e depois os caminhos se separam para nunca mais se encontrarem.
O óleo da benignidade, ou seja, da suavidade, da brandura, já abrandou as bordas agudas e cortantes de muitas vidas endurecidas pelo pecado, deixando-as suaves, maleáveis; prontas para a graça sedutora do Salvador.
Uma palavra dita de modo agradável é como uma grande réstia de sol num coração triste. “Dê aos outros o sol; conte o resto a Jesus.” Sede afeiçoados ternamente uns aos outros. Romanos 12:10, O fruto do Espírito é benignidade. Efésios 5:18.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A Vida Passou Rápido Demais...


              Ainda que tenhamos consciência de como a vida passa rápido, não somente pelo que ouvimos, mas pelo que vamos constatando na somatória de nossos dias, meses, anos, é interessante atentar como esta conclusão nos atinge quando a dinâmica da vida nos revela que estamos envelhecendo.
       Por mais que estejamos atentos ao ciclo da vida, vendo pessoas que conhecemos crianças, se formando, se casando, tendo filhos, mais cedo ou mais tarde nos assustamos. Nosso corpo, nossa mente, nossas emoções, tudo chega de uma só vez para dizermos que a potencialidade da vida está diminuindo... se esvaindo... se esgotando. E uma sensação de inquietude toma conta de nós enquanto concluímos que a vida parece ter passado rápido demais.
          E concluir isso significa também ter que concluir muitas outras verdades, que talvez não tenhamos feito o que deveríamos ter feito ou que perdemos tempo investindo em coisas ou situações que agora parecem completamente fora de foco ou importância. Também nos perturba incrivelmente pensar que “já não há caminhos para voltar” ou pelo menos, tentar voltar.

          A dimensão do que deixamos para um depois que não vimos chegar, cresce de forma assombrosamente assustadora e nos perguntamos o que ainda podemos resgatar? E todo este processo culmina com a pergunta dilacerante: minha vida valeu a pena? Terá realmente significado, feito a diferença, ter vivido como vivi e com quem partilhei minha existência?
          Tentar encontrar respostas que acalmem o coração de todos aqueles e aquelas que estão diante desta fase do ciclo da vida, é o meu desejo, que embora ainda tenha apenas 40 anos, e até o atual momento da maturidade tenha convivido com muitas pessoas e situações, amado a Deus e a todos com quem convivi, até mesmo meus adversários, aprecio estar com pessoas que se encontram no entardecer da existência. Que esse desejo possa vir de encontro às nossas necessidades, aliviando assim o “Fardo do Envelhecimento”. A gente se fala...

terça-feira, 15 de maio de 2012

Sustentabilidade, pense nisso...


Estamos em pleno outono, porém com dias de quase inverno, mesclados com dias de quase verão, com a natureza e o clima cada vez mais alterados pelas mudanças causadas pelas péssimas escolhas do ser humano. E ainda assim, o assunto em voga com reuniões de governantes, cientistas, e curiosos ultimamente é a questão da sustentabilidade.

Mas o conceito de sustentabilidade ainda não é uma coisa clara para todos. Nós podemos definir sustentabilidade como sobrevivência, ou melhor, a perenidade dos empreendimentos humanos e de nosso planeta. O desenvolvimento sustentável implica em planejamento e execução de ações, por parte de governos e empresas, sejam estas locais, regionais, nacionais ou a nível mundial. Ou seja, se somarmos o mercado globalizado com a sociedade moderna e mais os recursos ambientais bem protegidos e cuidados temos uma boa governança.
E novamente pergunto, o que isso tem a ver conosco? Tem uma relação importante sim, porque viveremos durante os próximos meses um período de escolha de nomes que administrarão nossas cidades e que nos representarão no legislativo nos próximos anos, e é preciso saber, conhecer um pouco mais de nossos candidatos, suas propostas, suas idéias quanto aos principais temas como emprego, saúde, educação, agricultura, mas também na questão da sustentabilidade, para escolher aquele em quem votar de maneira consciente.
É necessário que nosso candidato tenha uma idéia muito clara quanto à questão da sustentabilidade, e que em seu plano de governo, no caso dos candidatos a Prefeito, e em suas propostas de atuação, no caso dos candidatos a Vereador, exista algo de concreto.
Nosso planeta vem pedindo socorro há algum tempo. Tsunamis, furacões, chuvas em demasia em uma região e secas e estiagem em outras são provas disso. E o “recomeço” em busca de um mundo melhor, mais “sustentável”, mais equilibrado, começa aqui em nossa cidade, em nosso bairro, em nossas casas. É preciso fazer a nossa parte. E não falo apenas atitudes de “ambientalistas de final de semana”, ou de discurso, mas atitudes conscientes.
A separação do lixo, a famosa “coleta seletiva”, o plantio de arvores por parte de empresas que necessitam de madeira em seu processo produtivo ou que de alguma forma “expelem” algum tipo dejeto após este, a recuperação e proteção de nascentes por parte do governo com apoio da iniciativa privada, o trabalho de conscientização ao lado do homem do campo quanto à questão do uso de agrotóxicos, a proteção das matas ciliares, o diagnóstico das espécies animais e vegetais da região e ações para sua proteção, são medidas necessárias e que nós, população mais governo mais empresários podemos realizar em busca da “sustentabilidade”.
Na hora de avaliar seu candidato, pense nisso... Podemos morar numa cidade que tenha muitas empresas, emprego e renda em crescimento, mas ao mesmo tempo sem planejamento e muitos problemas sociais e nenhum projeto para o meio ambiente, ou em uma cidade próspera, com um crescimento progressivo e planejado, com uma sociedade mais justa, respeitando e protegendo a natureza e o que ela nos dá. A escolha é sua...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Salvar???!!! Será mesmo???!!!

Se pesquisamos no dicionário, a palavra "salvar" (sal-var) encontramos o seguinte significado:

v.t., tirar ou livrar do perigo ou da ruína; pôr a salvo: salvar a vida de um náufrago.

Conservar, guardar, poupar, defender, preservar: salvar uma parte da herança.

Conservar intato: salvar a honra.

Dar a salvação a, livrar da danação eterna: Cristo salvou os homens.

Reservar alguma coisa para uso posterior.

Será???!!! Salvar, ou destruir???!!! Será que estamos salvando de fato???!!!
Construir pontes, relações, relacionamentos, estreitar caminhos, aproximando de tudo e de todos, ou estamos construindo na verdade muros, torres, de uma maneira que a distância aumente ainda mais, fazendo com que a mesma só nos afaste mais e nos impossibilite chegar no consenso, ou no melhor para todos...
É o que eu me pergunto, e deixo a mesma questão para você que nos visita, e que acompanha o Blog Papo Virtual.
Em busca de nossos interesses, ou dos grupos que representamos, estamos 'salvando' ou 'destruindo'???!!! Somos laços, ou nós???
Laços aparentemente são fáceis de se fazer, são delicados, porém eles precisam de um certo costume, habilidade para que o façamos corretamente, representam os relacionamentos, e há que se ter habilidade para manter porque facilmente puxamos as pontas e eles se desfazem... já os nós, são como as quebras de relacionamento, os rompimentos, as desavenças, os atritos, os ataques... fáceis de se fazer, mas muito difícil de se desatar, de se consertar...
Pense nisso...
Bom feriado a todos, Deus abençoe, ótima semana, e vamos refletir um pouco sobre a 'salvação'?? A gente se fala...

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Consumismo...

Esta semana eu escutei uma frase numa roda com os amigos: “...eu não quero ser o homem mais rico do cemitério, por isso no Natal eu compro tudo e faço tudo que tenho vontade...”, e não posso negar que este comentário me levou a pensar em nosso bate papo semanal.
Todos nós temos necessidades, materiais ou não, e temos também desejos, sonhos, alguns de consumo, e não vejo isso como algo ruim ou negativo.
Pelo contrário, quem não sonha, não aspira algo, não está “vivo”. O problema é que vivemos em um tempo onde o consumismo e a volúpia de se comprar, gastar, mostrar poder aquisitivo e ostentar muitas vezes uma falsa realidade, levam as pessoas a uma busca incessante por objetos novos sem que haja necessidade destes em seu dia-a-dia.
A mentalidade de que quanto mais se consome mais garantias temos de que nossa vida vai bem, uma sensação enganosa de prestígio e valorização, é consequência desta época em que as pessoas são avaliadas pelo que possuem e não pelo que são. O consumismo é fortemente induzido nas nossas “caras” quando assistimos um programa de televisão, quando ouvimos nossa rádio preferida ou pegamos uma revista para ler, quando andamos pelos corredores de um shopping ou mesmo pelas ruas de comércio de nossas cidades.
É bom que se diga que eu não sou contra a propaganda e o marketing, longe disso, afinal de contas a propaganda é a alma do negócio. O que me incomoda é que muitas vezes ela induz as pessoas a entrar nesse mundo de aparências e fantasia. Mesmo aquelas com bom poder aquisitivo e que não sacrificam suas vidas para ir às compras, acabam sendo inseridas neste contexto. Quantas pessoas não estão endividadas e com seu nome sujo por conta deste consumismo “selvagem”?
Estamos ainda em janeiro, distantes do próximo Natal, porém várias datas 'comerciais' teremos como dia das mães, dia dos pais, dia das crianças, dia dos namorados, dia disso, dia daquilo... Mas e a essência? Onde está? Onde fica? Para que tenhamos um ano de 2012 com muitas realizações, com muito sucesso é preciso ter o carro último tipo?? Ou o equipamento de informática da moda?? Ou o tênis do "BBB"?? Se nada disso for possível o ano foi magro?? Volto a “tocar na mesma tecla” amigo leitor do Blog Papo Virtual, é preciso voltar à essência, ao primeiro amor, o amor de Deus para conosco...
Meu desejo é que você tenha uma ótima semana, e que mais do que ter, estejamos mais preocupados em ser. Ser bons filhos, bons pais, bons cidadãos, bons profissionais, bons cristãos, e reforçar nosso relacionamento com nosso Deus e Criador. Um ano de 2012 abençoado a todos os leitores de nosso blog. A gente se fala...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Que calor...

Essa semana o que trago para nosso papo virtual é a questão do calor que atinge grande parte de nosso país, durante esta época do ano mais intenso e em especial. Semana passada ao rever pela “enésima” vez o filme “O dia depois de amanhã”, que aborda o tema aquecimento global e os efeitos deste sobre nosso planeta e nossas vidas, brincava com um colega que aquilo não é mais um mito, e sim uma triste realidade. Triste porque por conta dos excessos do homem em relação ao meio ambiente e tudo mais, já há alguns anos começamos a sentir as conseqüências das mudanças climáticas, e realidade porque a “ficção hollywoodiana” está mais presente do que pensamos.

Os termômetros têm acusado temperaturas nunca antes percebidas em locais específicos. Posso exemplificar isso utilizando uma viagem a trabalho que realizei recentemente ao Distrito de Monte Verde, na cidade vizinha de Camanducaia, situada em nossa região. Monte Verde, conhecida como terra do romance ou Suíça brasileira, sofria nesse dia com os termômetros marcando a temperatura de 30 graus, é isso mesmo, você não leu errado não, 30 graus, algo nunca ou pouco visto antes pelos moradores desta simpática localidade.
Nós seres humanos sentimos e reagimos a este “forno microondas natural” de diversas formas. Os sintomas e efeitos do calor vão desde uma prostração térmica, aquele famoso mal estar, até mesmo aos edemas, inchaços nos pés e tornozelos, e em casos extremos uma sincope derivada da exposição a altas temperaturas e excesso de esforço físico por parte da pessoa.

E não apenas o “bicho homem” sente as conseqüências das fortes variações de temperatura, os animais também demonstram isso de alguma forma. Na África, mais precisamente na Tanzânia, houve um aumento nos ataques de leões aos seres humanos, seguidos de morte. Os cientistas fizeram uma investigação minuciosa e comprovaram que esse “pico” de ocorrências de ataques violentos coincide com épocas de variação anormal no clima e temperatura daquele país. Nos zoológicos pelo Brasil, quem acompanha a maioria dos telejornais pode ver que para minimizar os efeitos do calor sobre estes animais cativos, veterinários e tratadores vêm utilizando algumas técnicas como liberar a ingestão de sorvetes e picolés de fruta e pequenas adaptações nas jaulas e abrigos, para que assim mesmo animais oriundos de regiões quentes do planeta não sofram.
E a pergunta que fica é por que tudo isso está ocorrendo? Por que locais que antes choviam pouco agora tem chuvas em demasia? Por que localidades onde havia chuva suficiente durante todo o ano, hoje sofrem com a seca e a estiagem? Por que locais onde a temperatura ambiente era agradável até bem pouco tempo, hoje sofrem com o calor intenso?  E a resposta é simples: porque o homem se afastou de Deus. Deixou de cumprir um de seus mandatos santos, o mandato social, que fala que o homem foi incumbido por Deus de cuidar do planeta, administrar com responsabilidade tudo aquilo que Deus criou e nos entregou. Os países desenvolvidos e maiores poluidores viram as costas a todo o momento aos tratados e acordos para tentar minimizar o que já foi feito e evitar o pior no futuro.

Então da próxima vez que o “calorzinho” te incomodar e o suor escorrer pela testa, lembre-se que nós somos responsáveis por tudo aquilo que passamos, sentimos, fazemos... Como está escrito na passagem do livro ‘O Pequeno Príncipe’, ...tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas...”, ou fazes, ou provocas. E infelizmente não temos cuidado bem do nosso jardim: o planeta terra. Pense nisso. A gente se fala...